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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Tyranninae
 Vigors, 1825
Espécie: A. phoenicurus

Nome Científico

Attila phoenicurus
Pelzeln, 1868

Nome em Inglês

Rufous-tailed Attila


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Capitão-castanho

O capitão-castanho é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecido como tinguaçu-castanho e tinguaçu-de-cauda-vermelha.

Nome Científico

Seu nome científico significa: de attila = referência a Átila rei dos hunos(406-453); e do (grego) phoinix = vermelho, roxo; e ouros = cauda. ⇒ Átila com a cauda vermelha.

Características

Tem cerca de 17,6 centímetros. Tem cabeça e nuca cinzentas, partes superiores marrom avermelhadas, partes inferiores ocráceas e o peito em tons mais escuros. Pode ser facilmente confundido com Attila citriniventris na região amazônica, diferindo-se deste por ter o bico um pouco menor, menos contraste no baixo dorso ( é mais amarelo em citriniventris ) e pela garganta com algum branco abaixo da mandíbula. Manifestações Sonoras: Costuma emitir ritmicamente o seguinte som: “bi-bi- bí-bit”.

Espécies semelhantes

**Ajuda para a diferenciação**

Diferenças entre o capitão-castanho (Attila phoenicurus) e o tinguaçu-de-barriga-amarela (Attila citriniventris).
(Attila phoenicurus) - Menor contraste no baixo dorso, bico mais delicado, garganta com a presença de branco abaixo da mandíbula.
(Attila citriniventris) - Baixo dorso contrastante com mais amarelo, bico mais robusto, garganta cinza com riscas discretas.

Attila phoenicurus
Attila citriniventris

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Subespécies

Não possui subespécies.

Alimentação

Consiste predominantemente de artrópodes que são apanhados com a ponta das mandíbulas.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Pode ser encontrada na mata e nas copas. Costuma abanar a cauda para frente e para trás. Fora do período reprodutivo costuma migrar do sudeste para norte, podendo chegar até Roraima.

Distribuição Geográfica

Distribui-se no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e no Brasil centro-ocidental.

No Paraná, na região do alto/médio Iguaçu parece ser uma espécie migrante, sendo encontrado (visto e ouvido) nos meses de outubro a fevereiro nas matas ciliares do rio Iguaçu e das lagoas adjacentes (observação pessoal feita ao longo de 3 anos por Dimas Rocha).

Referências

Galeria de Fotos